Bom, pra começar minha participação no blog vou contar algumas coisas sobre nossa viagem à Budapest, capital da Hungria.
Eu e a Priscylla saímos de Florianópolis e depois pegamos o voo Rio-Paris da Air France, que sai às 16h20min e chega no outro dia de manhã. O voo de Floripa atrasou e quase perdemos o check-in.
No avião, um outro passageiro nos disse que se a pessoa se "candidata" ao overbooking ela ganha um crédito de 150 dólares e pode até ser encaixada em um voo do outro dia, ou seja, dá pra ficar uma noite no Rio sem stress.
Se for verdade, a ideia é boa. Se tem uma coisa que eu aprendi é que fazer duas conexões, com um voo internacional no meio, é pra matar. Assim, o ideal é ir até a cidade de onde sai o voo (Rio ou São Paulo), dormir lá e sair descansado, preparado para o sufoco. Ou então chegar na capital da Europa de onde se vai pegar a conexão e ficar uma noite lá. Com isso, dá pra se acostumar com o fuso horário e dormir uma noite em uma das grandes capitais (Roma, Londres, Madrid, etc).
Mas nos fomos direto. O entretenimento da Air France é bom. Dá bem pra ver uns filmes na viagem. A comida também não dá pra reclamar e a empresa não regula nos aperitivos durante o voo, que sempre estão disponíveis na "cozinha". Ruim mesmo é o espaço entre os bancos: é impossível dormir direito no avião.
Em Paris a conexão foi tranquila e o tempo suficiente para pegar o voo para Budapest. Saímos 9h50 min da capital francesa e pisamos na Hungria ao meio dia.
Como não estávamos a fim de ficar procurando o hotel e tentando entender as linhas de transporte de Budapest depois de várias horas de viagem, optamos por reservar um shuttle. Fizemos a reserva pela internet no site bookinbudapest e conforme o combinado lá estava o motorista esperando com um papel no qual dava pra entender que tentaram escrever o meu nome (acho que o português pra eles é como húngaro pra nós). Fomos tranquilamente de van e pagamos 19 euros para as duas pessoas. Foi um bom negócio, pois o aeroporto fica longe da cidade e o shuttle deixa na porta do hotel
Do aeroporto de Ferihegy vimos pouco. Mas não é grande. Pegamos a bagagem e rapidamente estávamos na parte externa.
Pouco mais de uma hora depois de chegar em Budapest, chegamos no hotel, que fica em Buda, a região da cidade localizada à margem direita do rio Danúbio. Ainda chegamos a tempo de não perder o horário do almoço, e como não conhecíamos a cidade ainda, optamos por almoçar no restaurante do hotel.
Estava fazendo um friozinho, mas era um dia bonito de sol. Mesmo assim, o cansaço da viagem e o fuso horário nos quebrou: dormimos algumas horas antes de sair no final de tarde para fazer o reconhecimento inicial da cidade.
Na foto, um registro do primeiro dia: na Vaci utca, rua onde transitam os turistas na capital húngara, uma loja de antiguidades esportivas guardava dois registros do futebol sul-americano - flâmulas do Peñarol e do Santos.
No avião, um outro passageiro nos disse que se a pessoa se "candidata" ao overbooking ela ganha um crédito de 150 dólares e pode até ser encaixada em um voo do outro dia, ou seja, dá pra ficar uma noite no Rio sem stress.
Se for verdade, a ideia é boa. Se tem uma coisa que eu aprendi é que fazer duas conexões, com um voo internacional no meio, é pra matar. Assim, o ideal é ir até a cidade de onde sai o voo (Rio ou São Paulo), dormir lá e sair descansado, preparado para o sufoco. Ou então chegar na capital da Europa de onde se vai pegar a conexão e ficar uma noite lá. Com isso, dá pra se acostumar com o fuso horário e dormir uma noite em uma das grandes capitais (Roma, Londres, Madrid, etc).
Mas nos fomos direto. O entretenimento da Air France é bom. Dá bem pra ver uns filmes na viagem. A comida também não dá pra reclamar e a empresa não regula nos aperitivos durante o voo, que sempre estão disponíveis na "cozinha". Ruim mesmo é o espaço entre os bancos: é impossível dormir direito no avião.
Em Paris a conexão foi tranquila e o tempo suficiente para pegar o voo para Budapest. Saímos 9h50 min da capital francesa e pisamos na Hungria ao meio dia.
Como não estávamos a fim de ficar procurando o hotel e tentando entender as linhas de transporte de Budapest depois de várias horas de viagem, optamos por reservar um shuttle. Fizemos a reserva pela internet no site bookinbudapest e conforme o combinado lá estava o motorista esperando com um papel no qual dava pra entender que tentaram escrever o meu nome (acho que o português pra eles é como húngaro pra nós). Fomos tranquilamente de van e pagamos 19 euros para as duas pessoas. Foi um bom negócio, pois o aeroporto fica longe da cidade e o shuttle deixa na porta do hotel
Do aeroporto de Ferihegy vimos pouco. Mas não é grande. Pegamos a bagagem e rapidamente estávamos na parte externa.
Pouco mais de uma hora depois de chegar em Budapest, chegamos no hotel, que fica em Buda, a região da cidade localizada à margem direita do rio Danúbio. Ainda chegamos a tempo de não perder o horário do almoço, e como não conhecíamos a cidade ainda, optamos por almoçar no restaurante do hotel.
Estava fazendo um friozinho, mas era um dia bonito de sol. Mesmo assim, o cansaço da viagem e o fuso horário nos quebrou: dormimos algumas horas antes de sair no final de tarde para fazer o reconhecimento inicial da cidade.
Na foto, um registro do primeiro dia: na Vaci utca, rua onde transitam os turistas na capital húngara, uma loja de antiguidades esportivas guardava dois registros do futebol sul-americano - flâmulas do Peñarol e do Santos.

