Me Gusta Viajar
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Três dias em Budapest - andando na cidade no dia da chegada (parte 2)
Sabe por que tanta gente viaja para a Europa? Erra quem acha que tantos turistas são atraídos apenas pela beleza das cidades, cultura, comida, etc. As pessoas vão e querem voltar inúmeras vezes porque as cidades europeias são humanas, feitas para andar pelas ruas e no excelente transporte público. Esse é o segredo: o turista pode andar sem ter que depender de guia, sem ter que ser "assaltado" com o preço absurdo que as operadoras cobram por passeios.
Antes de chegar em Budapest, eu tinha curiosidade de ver como os países que fizeram parte do bloco comunista ficaram depois da queda do muro de Berlim. Em matéria de transporte, Budapest claramente tem veículos mais antiquados do que os que encontramos em Viena ou Londres (apesar que o metrô parisiense também é meio antigo), por exemplo. Mas a facilidade para andar pela cidade é a mesma. Budapest é mais uma cidade humana na Europa.
No hotel Bara, peguei na recepção um mapa da rede de transporte da cidade. O hotel é simples, mas tem um bom chuveiro, é silencioso e facilmente se chega ao centro de Pest. Pra situar quem está lendo: Buda é a parte mais residencial (menos movimentada e menos populosa) e está na margem direita do Danúbio. Pest está na margem esquerda, é o lado mais desenvolvido, onde fica o agito (pra quem é de Pedro Osório, algo como a diferença entre Olimpo e Cerrito, hehehe). Entretanto, algumas das atrações da cidade estão em Buda: o palácio imperial, o hotel Gellery e a estátua da liberdade, que fica em um monte onde há uma excelente vista da cidade e do Rio Danúbio (a foto aí de cima foi tirada do topo desse monte).
No hotel Bara, peguei na recepção um mapa da rede de transporte da cidade. O hotel é simples, mas tem um bom chuveiro, é silencioso e facilmente se chega ao centro de Pest. Pra situar quem está lendo: Buda é a parte mais residencial (menos movimentada e menos populosa) e está na margem direita do Danúbio. Pest está na margem esquerda, é o lado mais desenvolvido, onde fica o agito (pra quem é de Pedro Osório, algo como a diferença entre Olimpo e Cerrito, hehehe). Entretanto, algumas das atrações da cidade estão em Buda: o palácio imperial, o hotel Gellery e a estátua da liberdade, que fica em um monte onde há uma excelente vista da cidade e do Rio Danúbio (a foto aí de cima foi tirada do topo desse monte).
No hotel mesmo fomos informados que dava pra comprar um bilhete de 24 ou 48 horas para o transporte público perto dali, em outro hotel, e que pegando as linhas 8 e 22 chegava-se fácil ao centro de Pest.
Dito e feito. Pegamos a linha 8, em cinco minutos atravessamos o Rio Danúbio e estávamos em Pest para o primeiro reconhecimento da cidade. Caminhamos pela Vaci Utca, a rua que concentra comércio, restaurantes e o movimento turístico do centro.
Andar em Budapest é fácil demais. Em Pest dá pra caminhar sem problemas pelo centro, e se estiver cansado de caminhar, é possível pegar as linhas do bonde 2 ou 2A, que andam paralelas ao rio Danúbio. Com o bonde é possível chegar na ponte das correntes, a mais antiga sobre o rio (atravessando a ponte no sentido Pest-Buda chega-se ao pé do morro que leva ao palácio imperial) ou ao parlamento húngaro, tudo isso em poucos minutos.
O sistema de transporte facilita demais a movimentação turística, e não dá pra entender porque um sistema desses não é utilizado no Brasil. A pessoa compra o bilhete pelo tempo que pretende circular na cidade. No momento da compra é colocada a data e a hora. A partir dali é possível andar livremente nos ônibus (um pouco antigos), bondes e metrô. Este tem 3 linhas, sendo que a amarela é mais antiga da Europa continental (tere, em húngaro, quer dizer estação. Do nosso hotel, íamos com as linhas 8 ou 22 até Ferenciek Tere, e dali dava pra ir a qualquer linha do metrô). Há fiscalização eventual nos meios de transporte (no metrô é mais comum), mas não há catraca ou cobradores.
Assim, já no final da primeira tarde descobrimos como andar na cidade, e descobrimos também o quanto era fácil o deslocamento. Acesso fácil à Pest, o centro próximo ao rio Danúbio, assim como a maioria das atrações turísticas.
Nosso primeiro dia foi tranquilo. Almoçamos no hotel, dormimos à tarde (chegamos quebrados da viagem), e no lá pelas 17hs fizemos o reconhecimento no centro, que se resumiu a andar pela Vaci Utca, caminhar pela ponte das correntes e admirar a espetacular vista do palácio imperial à noite e dar uma troteada no comércio (a Priscylla é a responsável pelo reconhecimento das lojas das cidades que visitamos!). Lá pelas tantas, e cansados para procurar um restaurante, optamos pelo velho e globalizado McDonalds, para ter uma boa noite de sono e aproveitar todo o dia seguinte.
Nos dias seguintes, ficamos com a impressão inicial: Budapest é uma cidade tranquila, com um número de turistas muito menor do que o de cidades como Viena ou Praga. Por isso, andar pela cidade torna-se uma experiência bem agradável. Além disso, o incompreensível idioma húngaro não é problema: com um pouco de inglês dá pra se virar.
Lá pelas 10 da noite, com o frio caindo forte, caminhamos pela Vaci Utca até a Szabad sajto ut (utca, em húngaro, é rua, ut, avenida). Ali pegamos o ônibus e em poucos minutos estávamos no hotel.
Para ver algumas fotos do primeiro dia, basta clicar aqui.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Três dias em Budapest - a chegada (parte 1)
Bom, pra começar minha participação no blog vou contar algumas coisas sobre nossa viagem à Budapest, capital da Hungria.
Eu e a Priscylla saímos de Florianópolis e depois pegamos o voo Rio-Paris da Air France, que sai às 16h20min e chega no outro dia de manhã. O voo de Floripa atrasou e quase perdemos o check-in.
No avião, um outro passageiro nos disse que se a pessoa se "candidata" ao overbooking ela ganha um crédito de 150 dólares e pode até ser encaixada em um voo do outro dia, ou seja, dá pra ficar uma noite no Rio sem stress.
Se for verdade, a ideia é boa. Se tem uma coisa que eu aprendi é que fazer duas conexões, com um voo internacional no meio, é pra matar. Assim, o ideal é ir até a cidade de onde sai o voo (Rio ou São Paulo), dormir lá e sair descansado, preparado para o sufoco. Ou então chegar na capital da Europa de onde se vai pegar a conexão e ficar uma noite lá. Com isso, dá pra se acostumar com o fuso horário e dormir uma noite em uma das grandes capitais (Roma, Londres, Madrid, etc).
Mas nos fomos direto. O entretenimento da Air France é bom. Dá bem pra ver uns filmes na viagem. A comida também não dá pra reclamar e a empresa não regula nos aperitivos durante o voo, que sempre estão disponíveis na "cozinha". Ruim mesmo é o espaço entre os bancos: é impossível dormir direito no avião.
Em Paris a conexão foi tranquila e o tempo suficiente para pegar o voo para Budapest. Saímos 9h50 min da capital francesa e pisamos na Hungria ao meio dia.
Como não estávamos a fim de ficar procurando o hotel e tentando entender as linhas de transporte de Budapest depois de várias horas de viagem, optamos por reservar um shuttle. Fizemos a reserva pela internet no site bookinbudapest e conforme o combinado lá estava o motorista esperando com um papel no qual dava pra entender que tentaram escrever o meu nome (acho que o português pra eles é como húngaro pra nós). Fomos tranquilamente de van e pagamos 19 euros para as duas pessoas. Foi um bom negócio, pois o aeroporto fica longe da cidade e o shuttle deixa na porta do hotel
Do aeroporto de Ferihegy vimos pouco. Mas não é grande. Pegamos a bagagem e rapidamente estávamos na parte externa.
Pouco mais de uma hora depois de chegar em Budapest, chegamos no hotel, que fica em Buda, a região da cidade localizada à margem direita do rio Danúbio. Ainda chegamos a tempo de não perder o horário do almoço, e como não conhecíamos a cidade ainda, optamos por almoçar no restaurante do hotel.
Estava fazendo um friozinho, mas era um dia bonito de sol. Mesmo assim, o cansaço da viagem e o fuso horário nos quebrou: dormimos algumas horas antes de sair no final de tarde para fazer o reconhecimento inicial da cidade.
Na foto, um registro do primeiro dia: na Vaci utca, rua onde transitam os turistas na capital húngara, uma loja de antiguidades esportivas guardava dois registros do futebol sul-americano - flâmulas do Peñarol e do Santos.
No avião, um outro passageiro nos disse que se a pessoa se "candidata" ao overbooking ela ganha um crédito de 150 dólares e pode até ser encaixada em um voo do outro dia, ou seja, dá pra ficar uma noite no Rio sem stress.
Se for verdade, a ideia é boa. Se tem uma coisa que eu aprendi é que fazer duas conexões, com um voo internacional no meio, é pra matar. Assim, o ideal é ir até a cidade de onde sai o voo (Rio ou São Paulo), dormir lá e sair descansado, preparado para o sufoco. Ou então chegar na capital da Europa de onde se vai pegar a conexão e ficar uma noite lá. Com isso, dá pra se acostumar com o fuso horário e dormir uma noite em uma das grandes capitais (Roma, Londres, Madrid, etc).
Mas nos fomos direto. O entretenimento da Air France é bom. Dá bem pra ver uns filmes na viagem. A comida também não dá pra reclamar e a empresa não regula nos aperitivos durante o voo, que sempre estão disponíveis na "cozinha". Ruim mesmo é o espaço entre os bancos: é impossível dormir direito no avião.
Em Paris a conexão foi tranquila e o tempo suficiente para pegar o voo para Budapest. Saímos 9h50 min da capital francesa e pisamos na Hungria ao meio dia.
Como não estávamos a fim de ficar procurando o hotel e tentando entender as linhas de transporte de Budapest depois de várias horas de viagem, optamos por reservar um shuttle. Fizemos a reserva pela internet no site bookinbudapest e conforme o combinado lá estava o motorista esperando com um papel no qual dava pra entender que tentaram escrever o meu nome (acho que o português pra eles é como húngaro pra nós). Fomos tranquilamente de van e pagamos 19 euros para as duas pessoas. Foi um bom negócio, pois o aeroporto fica longe da cidade e o shuttle deixa na porta do hotel
Do aeroporto de Ferihegy vimos pouco. Mas não é grande. Pegamos a bagagem e rapidamente estávamos na parte externa.
Pouco mais de uma hora depois de chegar em Budapest, chegamos no hotel, que fica em Buda, a região da cidade localizada à margem direita do rio Danúbio. Ainda chegamos a tempo de não perder o horário do almoço, e como não conhecíamos a cidade ainda, optamos por almoçar no restaurante do hotel.
Estava fazendo um friozinho, mas era um dia bonito de sol. Mesmo assim, o cansaço da viagem e o fuso horário nos quebrou: dormimos algumas horas antes de sair no final de tarde para fazer o reconhecimento inicial da cidade.
Na foto, um registro do primeiro dia: na Vaci utca, rua onde transitam os turistas na capital húngara, uma loja de antiguidades esportivas guardava dois registros do futebol sul-americano - flâmulas do Peñarol e do Santos.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Cabo Polônio - UY
Considerado o lugar mais inóspito do Uruguay, Cabo Polônio permanece isolado do mundo, protegido pelo Oceano Atlântico e por imensas dunas. Não espere encontrar energia elétrica, água encanada, telefone e internet. Ir para Cabo Polônio é voltar no tempo, se desligar completamente do mundo consumista e capitalista.
Indo para Cabo Polônio
Entrada do Parque Nacional Cabo Polônio
O naufrágio do barco do Capitão Joseph Polloni, que era famoso pelo consumo excessivo de vinho em seu camarote (dizem que esse foi o motivo pelo naufragio), em 1753, acabou dando nome a Cabo Polônio. Durante o século XVIII foi refugio de piratas e contrabandistas franceses. Atualmente é habitada por cerca de 40 familias, sendo a pesca e o turismo a fonte de renda.
Cabo Polônio
O acesso a Cabo Polônio é realizado através de caminhões muito antigos adaptados para o transporte de passageiros. A travessia já é uma aventura por sí só, já que boa parte do trajeto, de aproximadamente 30min, é subindo e descendo dunas. O custo da travessia é de aproximadamente $150 (R$15,00) ida e volta por pessoa. O fato curioso foi encontrar duas freiras, sendo que uma estava com um violão nas costas, indo para Cabo Polônio.
Freiras indo fazer um luau em Cabo Polônio
As freiras curtindo a travessia
As dunas de Cabo Polônio
Ao chegar no centro da vila é o mesmo que voltar no tempo, tudo é muito rústico e simples. Existem algumas trilhas guiadas, mas resolvemos nos aventurarmos sozinhos. Desde que chegamos era possível escutar alguns gritos distantes que não sabíamos a origem. Seguimos em direção ao farol pela beira da praia, onde acabamos observando três pequenas ilhas, La Rosa, La Encantada e el Islote, já era possível avistar vários lobos marinhos nas ilhas e identificar a origem dos gritos que havíamos escutado. Seguimos nossa caminhada, subimos por algumas pedras, quando nos deparamos com uma quantidade incalculável de lobos marinhos. Não imaginava que veria tantos e de tão perto, alguns pareciam fazer poses para fotos.
Chegando em Cabo Polônio
As ilhas, La Rosa, La Encantada e el Islote
Lobos Marinhos
Lobo Marinho
Maíra, eu e o Lobo Marinho
Depois de passar um longo tempo com os lobos, resolvemos ir até o farol. Chegando lá fomos recepcionados e informados que era possível ir até o topo do farol (não lembro o valor, mas é muito barato). São aproximadamente 140 degraus de muito sacrifício, mas ao final vale muito a pena. Do alto do farol é possível ter uma vista de 360º de Cabo Polônio.
Farol de Cabo Polônio
Sempre que se fala de praia no Uruguay se lembra de Punta del Este, de todo seu glamour, status e ostentação. Mas se você quer se aventurar e ir até um lugar inóspito, onde ninguem vai te julgar pela roupa que você está usando e o importante é o contato com a natureza, praticamente selvagem, vá até Cabo Polônio.
Click aqui para visualizar mais fotos
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Parque Pedra do Segredo - Caçapava do Sul /RS
Com um pouco de receio por causa do tempo (havia chovido durante a madrugada). Saímos eu, Maíra, Sanata e Neneca, às 7h30min em direção a Caçapava do Sul pela BR 392, distante aproximadamente 200km de Pelotas. Pegamos chuva durante boa parte do trajeto, mas felizmente ao chegarmos a Caçapava do Sul, às 10h, a chuva deu uma trégua.
Pórtico de Caçapava do Sul
Pedimos informações em um posto de gasolina sobre o caminho para a Pedra do Segredo. Enquanto o pessoal ia ao quarto de banho (banheiro) fiquei conversando com o frentista, ele comentou que o parque ficou abandonado por um bom tempo e que agora havia um grupo cuidando do local. Partimos para o parque segundo as orientações do frentista, utilizando a estrada para Lavras do Sul, sendo bem fácil a localização. O parque fica a aproximadamente 7km da cidade, sendo 5km de estrada de chão, mas em boas condições.
Sanata, Neneca, Preta, Roger e Maíra
Ao chegarmos fomos recepcionados por Cláudia, a responsável pelo parque, e pela cadela "preta", a mascote do local. Fomos informados que somente uma trilha estava aberta e em boas condições, levando até a Caverna Percival Antunes. O valor da entrada no parque é de R$ 3,00.
Iniciamos a trilha, em direção a Pedra do Segredo. Logo após passar a guarita na entrada do parque, atravessamos um pequeno córrego. A trilha está em boas condições, como foi nos informado anteriormente.
Trilha em boas condições
Continuamos pela trilha até chegarmos na primeira caverna, conhecida como "Caverna da Escuridão". Nesta caverna, estaria enterrado um tesouro dos Jesuítas e segundo a lenda qualquer chama que fosse acesa dentro desta caverna seria apagada pelos espíritos protetores do tesouro. Eu e o Sanata resolvemos nos aventurar pela caverna, já que as gurias ficaram do lado de fora nos aguardando. Percorremos o interior da caverna na companhia de morcegos e tentamos comprovar a lenda. Eu já havia explorado essa caverna há 10 anos e sabia que havia uma saída para uma trilha que levava até o cume da pedra. No entanto, fiquei sabendo posteriormente que havia ocorrido um deslizamento ocasionando o fechamento desta saída mas que existe uma outra através de uma fenda.
Continuamos pela trilha até chegarmos ao Salão das Estalactites, que são formações rochosas que se originam do teto, crescendo em direção ao solo pela deposição de carbonato de cálcio arrastado pela água que goteja pelo teto. Infelizmente o salão foi depredado (pixação) no período em que o parque ficou sem controle de acessos.
Salão das Estalactites
Seguimos para a Caverna Percival Antunes, a última desta trilha. Este trecho é o que exige maior atenção, pois existe uma escada natural formada por pedras que está coberta por limo, tornando-a muito escorregadia. A caverna fica a aproximadamente 100m de altura e possui uma vista privilegiada.
Escada natural
Maíra e a vista da Caverna Percival Antunes
Vista da Caverna Percival Antunes
Aproveitamos a Caverna Percival Antunes para prepararmos o almoço, apreciando a bela vista da caverna. Foi a estreia da churrasqueira portátil adquirida no dia anterior (R$20,00 no BIG) para não deixar nenhuma marca de que havíamos passado por lá. Durante o preparo fomos contemplados pela visita de um beija-flor que estava se alimentando do néctar de flores que cresceram na "porta" da caverna.
Preparando o almoço
Depois do almoço, iniciamos o retorno, parando novamente no Salão das Estalactites e na Caverna da Escuridão, para explorar ela novamente. Eu e o Sanata tentamos convencer as gurias a nos acompanharem, mas não tivemos sucesso. Retornamos a guarita do parque, onde permanecemos por um período conversando com a Cláudia. Ela nos informou que a partir de outubro serão abertas novas trilhas, mas somente será autorizado o acesso com guias.
Saímos do parque e fomos conhecer o forte Dom Pedro II, que teve sua construção iniciada em 1848 e em 1856 teve sua obra paralizada. Infelizmente ficou evidente a falta de cuidado e preservação deste patrimônio histórico.
Forte Dom Pedro II
Acesso ao Forte Dom Pedro II
Neneca, Sanata, Maíra e Roger
Não poderia deixar de registrar aqui no blog o encontro com Dona Florinda e seus Bobs no cabelo, dirigindo a sua Ipanema pelas ruas de Caçapava do Sul.
Dona Florinda e Seus Bobs pelas ruas de Caçapava do Sul
Retornaremos em breve para fazer rapel e percorrer as novas trilhas, além de ir conhecer a Mina do Camaquã.
Pedra do Segredo
A Pedra do Segredo possui cerca de 160m de altura, lembrando dois gorilas gigantes. Além disso, o local é cercado mistérios e lendas. Ao fugir do Rio Grande do Sul, no fim dos Sete Povos das Missões, os jesuítas teriam sido vistos passando pela região de Caçapava do Sul, levando canastras repletas de ouro, pratas e jóias, ao pressentirem que iriam ser alcançados, teriam escondido o tesouro na Pedra do Segredo. A outra lenda é de que a Pedra do Segredo teria sido o local onde Sepé Tiaraju escolheu para ser enterrado, após ter sido morto na batalha contra espanhóis próximo a cidade de São Gabriel. No entanto, os restos do herói Guarany nunca forma encontrados. Essas lendas e mistérios originaram o nome do local, Pedra do Segredo.
A Pedra do Segredo é um lugar perfeito para quem gosta de se aventurar e de ter o contato com a natureza.
Para visualizar todas as fotos click aqui
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Turismo de Aventura
Local:
Caçapava do Sul - RS, Brasil
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